Em dezembro de 2021, a ONU, reconhecendo a importância do tema, adotou a primeira resolução intitulada Enfrentando os desafios das pessoas que vivem com uma doença rara e de suas famílias. Através desta resolução, os 193 Estados-membros da ONU exortam, portanto, todos os países do mundo a fortalecerem seus sistemas de saúde. Especialmente em termos de atenção primária à saúde, a resolução visa garantir o acesso universal a uma ampla gama de serviços que sejam seguros, de qualidade, acessíveis, disponíveis, baratos, oportunos, e integrados clínica e financeiramente.
A ideia do Projeto Olhar Raro, por outro lado, é simples: conhecer, em detalhes, esse importante documento preparado pela ONU. Isso é não apenas um direito, mas também um dever. Assim, em 13 episódios, vamos examinar cada tema proposto no documento, sempre de maneira direta e simples, conversando tanto com um paciente sobre seu dia a dia quanto com um especialista no tema.
Este objetivo proporciona, portanto, um comprometimento poderoso a nível internacional para apoiar grupos de doenças raras que trabalham em nível nacional.
Esse objetivo, por sua vez, auxilia a estimular o desenvolvimento de respostas e de políticas nacionais mais eficazes.
Além disso, reconhece que a resposta às necessidades das pessoas com deficiência avança o compromisso da ONU de “não deixar ninguém para trás” e, assim, contribui para a realização dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS).
Reconhece, de forma clara, os desafios das pessoas que convivem com as doenças raras e a necessidade de atenção especial para esse grupo. Trata-se de uma soft law que vincula, portanto, o secretariado da ONU, bem como o seu orçamento e os seus programas, permitindo, dessa forma, maior integração das doenças raras na agenda, nas ações e prioridades da ONU.
Esse objetivo ajuda, por outro lado, na promoção de iniciativas globais que abordam os desafios enfrentados pelas pessoas com doenças raras. Além disso, incentiva os países a promoverem redes e centros de especialistas multidisciplinares a fim de fortalecer os sistemas de saúde para doenças raras.

Farmacêutica, Diretora de Soluções Educacionais e Consultoria na Lithealth e Presidente do Instituto iDNA SAÚDE

Mãe de Paciente

Senadora da República (SP) e Membro do Comitê sobre os Direitos Humanos das Pessoas com Deficiência da ONU

Vice-diretora da AAME

Secretária Municipal da Pessoa com Deficiência da Cidade de São Paulo

Coreógrafa

Prof. Titular do Dep. De Genética do HCPA; Presidente do Inst. Genética para Todos (IGPA) e Cofundador da Casa dos Raros

Presidente do Instituto Atlas Biosocial, e paciente de Mucopolissacaridose Tipo I

Presidente da Casa Hunter; Febrararas e Cofundador da Casa dos Raros

Vice-Presidente da Amavi (Associação Maria Vitória de Doenças Raras e Crônicas)

Professora de Bioetica/UnB (Universidade de Brasília) e Diretora do IBDPAC - Instituto Brasileiro de Direito do Paciente

Paciente de Atrofia Muscular Espinhal (AME)

Advogada

Presidente do Conselho de Administração Associação Pró-Cura da ELA - Esclerose Lateral Amiotrófica

Axia.Bio group – Brasil e Estados Unidos da América

Mãe do Victor, paciente AME tipo 1

Prof. Titular da Fac. de Ciências Médicas da Univ. do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) / Ex-secretário de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos (SCTIE)

Diretora Presidente da Aliança Cavernoma Brasil

Médica e Ativista PCD

Assistente Social Day Hunter São Paulo

CEO do ICOM Libras

Jornalista e paciente com Doença de Fabry

Advogado

Mãe de paciente

Assessora técnica - Secretaria Municipal da Pessoa com Deficiência e Mobilidade Reduzida

Professor de ingles, literatura (UFRJ), poeta e pai do Dante
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Prata
Bronze
Apoio
Realização
Casa Hunter
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Indianópolis – São Paulo/SP
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